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Varejista, já pensou em apostar numa marca própria?

Publicado em: 13/10/2020

O consumo de produtos de marcas próprias no Brasil deve apresentar crescimento de 15% até o final de 2020, de acordo com previsões da Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO). Se a previsão da entidade se concretizar, será o maior crescimento do setor já registrado, se comparado ao pico de 2008, quando registrou-se a alta de 12,5% no consumo desses itens. Caso você queira saber mais desse nicho de itens que está atraindo a atenção dos consumidores, não deixe de ler esse post.

 

Marca própria: um bom negócio (também) em períodos de crise

Ter um bom calendário de vendas e uma ótima estratégia de precificação são excelentes formas de elevar o faturamento do PDV. Porém as duas ações precisam sempre estar aliadas às variações no padrão de compra dos consumidores. Por exemplo, em períodos de crise econômica, como a gerada pela pandemia, que tem ameaçado ou reduzido o poder de compra das pessoas, é comum que elas considerem substituir um produto premium por outro similar com preço mais atrativo. Nesse cenário, cresce a valorização dos itens de marca própria do comércio ou varejo, que, de acordo com informações da ABMAPRO, chegam a ser cerca de 20% mais baratos, se comparados aos tradicionais da indústria.

 

Itens de primeira necessidade devem ser o foco

Em 2019, o setor de marcas próprias encerrou o ano com faturamento de R$ 7,6 bilhões, um valor bem superior ao R$ 1,6 bilhão registrado pela ABMAPRO em 2006. O destaque nesse cenário é para os itens considerados de primeira necessidade, como: açúcar; água; arroz; biscoitos; feijão; legumes; massas; molho de tomate; óleo; pão; papel higiênico; e sal.

 

Por que investir em uma marca própria

Ao oferecer um produto de marca própria que alie qualidade e preço atrativo, de imediato, o PDV tende a ganhar com a fidelidade do cliente, que não vê necessidade ou motivo para comprar o item da concorrência. Além disso, diante da necessidade pontual de congelamento dos preços ou de alterar os parâmetros de produção, o seu negócio terá mais poder de negociação com o fornecedor.

 

Três cuidados importantes

Lembre-se de que a reputação da sua marca estará diretamente atrelada a percepção que os clientes têm do seu produto e vice-versa. Dessa forma, não basta decidir disponibilizar um produto de marca própria na gôndola. A ação envolve algumas etapas importantes, como:

  1. Firmar parceria com fornecedores com boa capacidade produtiva – Aqui falamos de quantidade, qualidade e cumprimento dos acordos. Nesse processo de escolha vale, inclusive, consultar associações que já produzem itens para uma série de supermercados.
  2. Definir um preço justo – Tem mais chance de prosperar o comércio ou o varejo que tem uma precificação elaborada com base em indicadores de vendas e análise financeira da companhia e dos movimentos do mercado, como detalhamos recentemente em um post aqui do blog.
  3. Comunicar o consumidor – O ideal é que o lançamento de uma linha de marca própria chegue ao conhecimento de todos os clientes do PDV, independentemente da classe social a que ele pertença. Então, invista em uma comunicação clara, objetiva e estratégica em todos os canais possíveis. Isso, sem esquecer que dentro do PDV o cartaz é o principal meio de comunicação com o cliente e, por isso, ele deve ser produzido com rapidez e sem erros gramaticais ou de digitação e informação, que é o que garante o cartazista eletrônico, programa que faz cartaz para promoção.

 

Se o mundo não é mais o mesmo, por qual razão o mercado e os consumidores se manteriam estáticos? É fundamental manter atenção a esses movimentos para não perder o cliente para a concorrência.

Caso queira mais informações sobre o cartazista eletrônico, fale conosco.

 

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